POLÍTICA GLOBAL

A Dipa Química atende as exigências de controles dos órgãos reguladores para comercialização e distribuição de produtos químicos.

Notícias

Notícias

Fonte: BIODIESELBR - PUBLICADO EM 08/07/2021

Segundo dados do Ministério da Economia as exportações de Glicerina renderam US$ 21,7 milhões no mês de Junho, o que significa um novo faturamento Recorde que renova a máxima de US$21,5 registrada apenas dois meses atrás.Isso demonstra que em termos de faturamento os exportadores de glicerina têm se saído particularmente bem, pois, já são 3 meses seguidos de ganhos superiores a US$20 milhões. Somando todos os valores deste ano, o primeiro semestre já rendeu mais do que US$100 milhões, melhor resultado semestral já registrado para o segmento desde 2018 quando as vendas de Glicerina garantiram a entrada de aproximadamente US$ 84,5 milhões.

Referência: https://encurtador.com.br/bkuz0

Fonte:  PROJETO PACK & ASSOCIADOS - PUBLICADO EM 27/01/2021

A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE EMBALAGENS PLÁSTICAS FLEXÍVEIS publicou um relatório acerca da crise de fornecimento de resinas termoplásticas e a Braskem informou clientes sobre " colapso" no primeiro semestre de 2021. O fornecimento está comprometido devido uma parada na planta da Braskem no Rio de Janeiro e a crise entre a Braskem Idesa (controlada pela Braskem) e a Pemex (controlada pelo governo mexicano) na planta do México, também houve a interrupção no fornecimento de gás pela Cenagás, agência estatal do México, única responsável pelo sistema de dutos e transportes de gás natural na região.

O colapso anunciado veio junto com o anúncio de reajuste da Braskem para todas as matérias-primas desde 01 de janeiro deste ano, na suspensão de contratos firmados com fabricantes de todo o Brasil, com volumes até então garantidos e a aplicação de um corte no fornecimento de resina, estimado em 50% a partir deste mês (entregas portanto mediante disponibilidade de estoques e capacidade produtiva das plantas em operação). Haverá também as paradadas de manutenção das plantas já oficializadas pela Braskem para março deste ano (planta de RS, 15 dias, planta de SP 40 dias) que também trará impactos nas cadeias de PP, PEAD e PEBD.



Fonte: ABIQUIM - PUBLICADO EM  15/09/2020

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realiza a Consulta Pública nº 896, de 12 de agosto de 2020, e recebe, até 26 de outubro de 2020, comentários e sugestões para o texto de Instrução Normativa, que dispõe sobre a lista de substâncias conservantes e limites de uso permitidos para produtos saneantes.

As contribuições devem ser encaminhadas por meio eletrônico e em caso de limitação de acesso a recursos informatizados é permitido o envio e recebimento de sugestões por escrito, em meio físico, durante o prazo de consulta, para o endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Coordenação de Saneantes – COSAN/GHCOS, SIA trecho 5, Área Especial 57, Brasília-DF, CEP 71.205-050.

Clique aqui para ler a Consulta Pública nº 896 e a lista de substâncias e limites de uso permitidos para produtos saneantes.
https://url.gratis/N097p

Clique aqui para fazer sua contribuição eletrônica.
https://url.gratis/XkDCY

Fonte: Revista Petro & Química

Etanol de 2ª geração na China

O etanol de segunda geração produzido a partir do bagaço da cana-de-açúcar tem um excelente potencial para ser adotado em larga escala na China, país com a segunda maior economia do mundo, segundo artigo de pesquisadores chineses, brasileiros e um paquistanês. Eles afirmam que, por ser um grande produtor de cana principalmente para atender a demanda interna por açúcar, o país asiático poderia usar o resíduo desse cultivo para o setor de biocombustíveis, como forma de contribuir para a sua segurança energética e o desenvolvimento sustentável.

Esse aspecto crucial do cultivo de cana-de-açúcar na China ainda não foi explorado extensivamente, segundo os autores, que apresentam no texto uma análise crítica, a produção teórica sobre o assunto e comparações com outros tipos de matéria-prima. E o modelo brasileiro de produção de biocombustíveis a partir da cana-de-açúcar é usado como exemplo no artigo. "É importante divulgar a experiência brasileira. Muitas das dúvidas que eles podem ter já resolvemos faz tempo, pois temos 40 anos de experiência. Esse artigo foi uma colaboração entre países em desenvolvimento", diz a engenheira química Suani Teixeira Coelho, professora do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadora do Fapesp Shell Research Centre for Gas Innovation (RCGI), uma das coautoras do artigo, que conta ainda com a participação do doutorando e pesquisador do RCGI, Danilo Perecin.

De acordo com os autores, o bioetanol produzido hoje na China é baseado principalmente no milho, em uma abordagem de primeira geração. O propósito principal dessa estratégia era equilibrar os enormes estoques domésticos de milho, manter o preço do grão e estabilizar a renda dos agricultores. Mas o preço do grão para o consumidor aumentou e, tendo em vista o princípio de que o crescimento econômico não deve ameaçar a segurança alimentar, as autoridades suspenderam projetos de promoção desse tipo de bioetanol.

Os pesquisadores salientam que, embora a cana-de-açúcar seja uma das matérias-primas mais promissoras na produção de bioetanol de primeira geração, é complicado replicar o modelo brasileiro na China em razão do alto custo de produção da cana na China, decorrente da baixa mecanização no campo, da área limitada de terra disponível adequada para o plantio e do uso excessivo de fertilizantes químicos - quase cinco vezes maior do que no Brasil, embora a produtividade chinesa por hectare seja um pouco maior, o país asiático tem uma área plantada de cana-de açúcar sete vezes menor que a brasileira; a China é o terceiro maior consumidor de açúcar no mundo e 90% da produção é obtida a partir da cana-de-açúcar, enquanto apenas 10% vem da beterraba-sacarina (sugar beet). Mesmo assim, a produção nacional não consegue atender toda a demanda interna por açúcar há 10 anos. Com isso, a China importa entre 3 e 4 milhões de toneladas de açúcar anualmente - ao contrário do Brasil, que exporta açúcar e pode usar as plantações de cana para outros propósitos.

Por outro lado, as culturas de cana-de-açúcar apresentam a maior produção por área em termos de resíduos com conteúdo lignocelulósico, como bagaço e palha, capaz de ser usado como matéria-prima para a obtenção de biocombustível. Na comparação com as principais culturas de alimentos, a cana-de-açúcar produz cerca de três vezes mais esse tipo de resíduo.

Dado que cerca de 110 milhões de toneladas de cana-de-açúcar são produzidas todos os anos na China, quase 33 milhões de toneladas de bagaço podem estar disponíveis. Portanto, teoricamente, cerca de 6,5 milhões de toneladas de etanol podem ser produzidas a partir do bagaço anualmente.

Como a produção chinesa de cana-de-açúcar é que ela está concentrada principalmente nas províncias de Guangxi, Yunnan e Guangdong, na região sul do país, o que conferiria uma vantagem em termos de distribuição espacial da biomassa, não acarretando gastos adicionais para transporte em longas distâncias - diferentemente

do cultivo de outros alimentos que geram resíduos, como trigo, arroz e milho, cujas plantações estão espalhadas por diversas regiões da China.

De acordo com o estudo, o desafio principal para a produção de etanol de 2ª geração é o desenvolvimento de abordagens eficientes para converter o bagaço da cana em etanol celulósico na produção industrial de larga escala. Para isso, os pesquisadores sugerem que, além de buscar reduzir os custos de produção da cana-de-açúcar na China, seria necessário melhorar as variedades da planta por meio de abordagens tradicionais e mais tecnológicas, como o desenvolvimento de transgênicos. Eles também ressaltam a importância de políticas governamentais que apoiem o mercado.

Qualidade

Qualidade

A Dipa Química atende a Lei n°6360/1976 da Agência Nacional da Vigilãncia Sanitária (ANVISA), a Lei n°9000/1996 da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e as demais leis complementares aplicadas às nossas atividades. Os insumos e processos são monitorados pelo setor de qualidade, atendendo as Boas Práticas de Fabricação (BPF).

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6360.htm

http://www.saude.curitiba.pr.gov.br/vigilancia/sanitaria/leis/lm.html

Em caso de processo de homologação de fornecedores solicite a documentação necessária ao nosso departamento de qualidade através do e-mail: qualidade@dipaquimica.com.br .

GHS

GHS

Processos em conformidade com o GHS

GHS (The Globally Harmonized System of Classification and Labelling of Chemicals) - Sistema Harmonizado Globalmente para a Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos.

Trata-se de uma abordagem lógica e abrangente para:

- Definição dos perigos dos produtos químicos;

- Criação de processos de classificação que usem os dados disponíveis sobre osprodutos químicos que são comparados a critérios de perigo já definidos, e a comunicação da informação de perigo em rótulos e FISPQ (Fichas de Informação de Segurança para Produtos Químicos).

No Brasil a resolução n° 5947/2021 da ANTT - Agência Nacional de Transporte Terrestre utiliza as instruções do GHS para a elaboração de normas a serem seguidas. A fiscalização é feita pelas polícias rodoviárias.

O Ministério do Trabalho, através da PORTARIA Nº 229, de 24 de Maio de 2011, publicada no DOU de 27/05/2011 instrui a utilização do sistema de GHS dentro das indústrias visando a saúde e segurança dos trabalhadores.

Logística

Logística

Despacho de Cargas: Para entregas em Curitiba e Região Metropolitana, os produtos químicos são transportados por veículos próprios, certificados para o transporte de produtos químicos, atendendo a resolução n° ANTT 5947/2021 - Agência Nacional de Transporte Terrestre. Para outras regiões, cidades, estados ou países, o transporte é terceirizado feito por empresas devidamente qualificadas que tenham a documentação necessária para o trânsito de produtos químicos controlados ou não, atendendo às boas práticas de transporte de produtos químicos, bem como as normas do INMETRO. 

Não realizamos entregas de produtos químicos por motoboys. Devido aos volumes, pesos e dimensões não é possível enviar os nossos produtos químicos via Correios. Para mais informações acesse: www.correios.com.br

Os transportes aéreos devem atender as Legislações da IATA. - Associação Internacional de Transportes Aéreos. Os Correios não transportam nenhuma substância classificada como perigosa.

Coleta de Cargas: A expedição de Produtos Químicos na Dipa Química segue os padrões de segurança de transporte de produtos químicos estabelecidos na ANTT 5232/2016.

Produtos químicos não classificados como perigosos de acordo com a ABNT NBR 14725-2, poderão ser transportado por transportadoras e/ou veículos particulares não homologados. Veículos de duas e/ou três rodas (motos) não serão permitidas para o transporte de produtos químicos.

Produtos químicos classificados como perigosos somente poderão ser transportados por transportadoras e/ou veículos que atendam aos requisitos da ANTT 5232/2016, e licenças adequadas de acordo com a quantidade do produto.

Itens obrigatórios que serão verificados por nossa expedição de produtos químicos perigosos acima da quantidade mínima permitida:

1- Treinamento específico para transporte de produto perigoso (MOPP);

2- Kit de emergência: Conforme descrito na ABNT NBR 9734/9735;

3- Placas de identificação;

4- Licenças pertinentes ao produto.

Transportador contratado: É de responsabilidade dos transportadores dos produtos químicos a partir da  saída do veículo de transporte carregado da Distribuidora Industrial Paranaense Ltda assumir total responsabilidade, administrativa civil e criminal sobre qualquer alteração, manuseio e estiva da carga, especialmente quanto aos painéis de segurança, rótulos e documentos de transporte que atendem os quesitos da  ANTT 5232/16, incluindo a condição de redespacho de mercadoria entre transportadores a fim de evitar as sansões aplicáveis as condutas e atividades lesivas ao meio ambiente confome decreto 3179/ 1999 e demais legislações vigentes. 

Em caso de dúvida solicite o procedimento de expedição de mercadorias.

Meio Ambiente

Meio Ambiente

A Gestão Ambiental da Dipa Química possui um conjunto de ações para minimizar os impactos ambientais relacionados às suas atividades e produtos, que incluem medidas para o tratamento de todos os efluentes líquidos e resíduos sólidos gerados, atendendo a Lei nº 6938/1981 que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente e a Resolução CONAMA n° 237/1997. 

No caso dos resíduos sólidos gerados, seguimos o plano de gerenciamento de resíduos sólidos (PGRS) em conformidade com a Lei nº 12305/2010, onde todos os resíduos são quantificados e classificados conforme as Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), recebendo tratamento e/ou destinação final adequada em aterros industriais ou incineração por empresas devidamente projetadas e licenciadas junto aos órgãos ambientais para este fim.  

Para os efluentes líquidos o tratamento é terceirizado em empresa licenciada ambientalmente que atende de maneira sistemática aos padrões estabelecidos pela Resolução n° 357/2005, do Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA.

Não existe nenhum tipo de contaminação atmosférica em nossos processos, portanto a emissão de efluentes gasosos não é controlada. 

Para atender a Lei n° 6.938 de 31 de Agosto de 1981 do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e suas alterações, que instituiu o Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA) possuimos o cadastro de defesa ambiental para atividades potencialmente poluidoras aplicável à lista única do IBAMA.  

 

 

 

*As legislações citadas podem sofrer alterações. Consulte as fontes de referência:

http://www.mma.gov.br/

http://www.ibama.gov.br/ 

 

 

Produtos Controlados

Produtos Controlados

EXISTEM PRODUTOS QUÍMICOS QUE ESTÃO SUJEITOS A CONTROLE E FISCALIZAÇÃO PELOS ÓRGÃOS DESCRITOS ABAIXO CONFORME A LEGISLAÇÕES BRASILEIRA.

Departamento de Polícia Federal – DCPQ – Divisão de Controle de Produtos Químicos:

Portaria nº 240, de 12 de março de 2019 e Notas Técnicas de 01 a 07: Estabelecem procedimentos para o controle e a fiscalização de produtos químicos e define os produtos químicos sujeitos a controle pela Polícia Federal.

Lei nº 10.357 de 27 de dezembro de 2001: Estabelece normas de controle e fiscalização sobre produtos químicos que direta ou indiretamente possam ser destinados à elaboração ilícita de substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica, e dá outras providências.

Decreto nº 4.262 de 10 de junho de 2002: Regulamenta a Lei nº 10.357, de 27 de dezembro de 2001, que estabelece normas de controle e fiscalização sobre produtos químicos que direta ou indiretamente possam ser destinados à elaboração ilícita de substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou que determinem dependência física ou psíquica, e dá outras providências.

 

http://www.pf.gov.br/servicos-pf/produtos-quimicos

 

Departamento da Polícia Civil – D.E.A.M – PR:

Resolução Estadual nº 100, de 9 de fevereiro de 1983: Regulamento Geral da Fiscalização do Comércio, Uso e Manipulação de Produtos Controlados pelo Ministério do Exército e Combustíveis no Estado do Paraná.

Portaria nº 005/2013 (Produtos controlados e demais produtos químicos corrosivos) e  Portaria nº 008/2013 (Renovação de alvará para produtos controlados e demais produtos químicos corrosivos). Ambas as portarias estabelecem que: Todas as pessoas físicas e jurídicas que exercem atividades atinentes à fabricação, recuperação, utilização industrial, manuseio, uso esportivo, colecionamento, exportação, importação, desembaraço alfandegário, armazenamento, comércio e o tráfego dos produtos controlados, são obrigadas a obter o registro de suas atividades no D.E.A.M.

 

http://www.policiacivil.pr.gov.br/Pagina/Explosivos-Armas-e-Municoes

 

Ministério do Exército:

 

Portaria nº 118 - COLOG, de 4 de outubro de 2019: Dispõe sobre a lista de Produtos Controlados pelo Exército e dá outras providências.

Decreto nº 10.030, de 30 de setembro de 2019: Aprova o Regulamento de Produtos Controlados.

Portaria Nº 56 - COLOG, de 5 de junho de 2017: Dispõe sobre procedimentos administrativos para a concessão, a revalidação, o apostilamento e o cancelamento de registro no Exército para o exercício de atividades com produtos controlados e dá outras providências.

http://www.dfpc.eb.mil.br/

 

Agência Nacional do Petróleo:

 A Resolução ANP nº 696/2017 altera a regulamentação vigente para incluir o metanol na definição de solvente e tornar mais efetivo o controle da Agência sobre esse produto.

Já a Resolução ANP nº 697/2017 estabelece o registro de terminais e dutos de movimentação e armazenamento de metanol.

http://www.anp.gov.br/noticias/3990-anp-publica-resolucoes-com-regras-para-o-metanol  

*As legislações citadas podem sofrer alterações. Consulte as fontes de referência.

Dúvidas?
Fale conosco!
X Nossa política comercial atende apenas pedidos mínimo de 25 unidades.
Para quantidades inferiores acesse https://www.cloroquimica.com.br/site/